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Posts Tagged ‘Fonif’

Kellen Emídio da Silva
Advogada
Auditoria Interna da União Brasileira de Educação Católica – UBEC
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As ações assistenciais das entidades beneficentes estão presentes no país desde 1549, quando os jesuítas adentraram no país com o objetivo de catequizar os nativos. Em 1552 foi fundada a primeira escola do país, também pelos padres jesuítas: o Colégio dos Meninos de Jesus na Ilha de São Vicente, litoral paulista. Até mesmo a difusão da cultura brasileira tem participação de organizações sociais, haja vista que a primeira gramática contendo os fundamentos da língua tupi foi redigida pelo padre José de Anchieta. Trata-se da obra “Arte de gramática da língua” mais usada na costa do Brasil, impressa em Coimbra, Portugal, em 1595.

Embora as obras assistenciais existam desde a concepção da Igreja em função da sua prerrogativa de promover o desenvolvimento da responsabilidade social, o conceito de Terceiro Setor só foi criado na segunda metade do século XX, nos Estados Unidos, um país essencialmente protestantista. O país estabeleceu uma revolução no que tange ao dever caridoso de ajudar o próximo: aliou a iniciativa individual, sua principal característica, à capacidade de associação em prol de objetivos comuns.[1] No Brasil, a partir de 1960, as comunidades de base, em comunhão com o trabalho pastoral desenvolvido pelas Igrejas, difundiram uma ideia inovadora no país: a articulação da sociedade, em prol de seus interesses, sem a interferência de partidos políticos. Assim surgiram as organizações privadas de interesse público.

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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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João tinha um sonho: se formar em Ciências Contábeis e, assim, conseguir um emprego formal, para que pudesse ajudar seus pais a terem uma vida melhor. Com muito esforço e boa dose de coragem, entrou em um curso preparatório para o concorrido vestibular de uma universidade particular, mantida por religiosos, em sua cidade. Conseguiu ser aprovado, o primeiro universitário de sua família, e foi contemplado com uma bolsa de estudos integral, sem a qual seu sonho não se realizaria.

Maria lutou muito para educar seus três filhos, trabalhando em dois empregos, até que pudesse vê-los formados, com muito orgulho. Já na fase madura, resolveu ela mesma estudar Pedagogia, e escolheu uma instituição filantrópica, na qual obteve a ajuda financeira necessária para poder ingressar e se manter na carreira que escolheu: a de educadora.

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