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Posts Tagged ‘gameficação’

Fabio Carneiro
Professor de Física no Curso Positivo, em Curitiba/PR
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Em um passado breve, numa conferência sobre os impactos da tecnologia na educação das crianças do futuro, ficou claro que essa, globalizada, passa por uma revolução. Algumas ações, antes vistas como formadoras e indispensáveis, deixarão de existir. Entretanto, esse tema vai além do interesse da área pedagógica – afinal, trata do nosso futuro e o dos nossos filhos.

Como já era de se esperar, o Vale do Silício tem dado o norte para esse futuro tecnológico, apresentando inovações e tendências, as quais prometem fazer o aprendizado ser simples, indolor e divertido, por meio dos aplicativos, da “gameficação”, dos cursos on-line, entre outras opções atrativas. Afinal, é um fato que, no modelo on-line, existem uma série de benefícios, como a logística; o conforto; a liberdade; o rápido acesso – que fazem desse modelo a grande escolha e que sugerem, em determinados casos, que uma criança do Ensino Fundamental possa cumprir a sua escolarização dentro da própria casa, aprendendo somente os assuntos que lhe despertem o interesse, de maneira lúdica.

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Daniel Medeiros
Doutor em Educação Histórica pela UFPR
Professor de História no Curso Positivo, de Curitiba
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O aprendizado sobre qualquer coisa começa sempre com alguma pergunta: “o que é isso?”, “como funciona?”, “o que esse botão faz?”, e assim por diante. É assim: alguém curioso encontra alguém atencioso e a “mágica” se faz.

Na escola, costumam chamar os personagens desse diálogo de aluno e professor. Lamentavelmente, nem sempre é assim. Muitas pedagogias falam em “despertar” a curiosidade da criança e do jovem. Eu sempre me surpreendi com essa abordagem, porque curiosidade foi a mola propulsora da humanidade, seu desenvolvimento e, em última instância, a razão maior da sua sobrevivência. Como é que agora virou um item da formação dos professores? Será, por acaso, que acham que as crianças e jovens não são curiosos e que é necessário ensiná-los a sê-lo? Eu discordo. Penso que as crianças são naturalmente curiosas e por isso não é preciso despertar nada. Apenas ouvir e responder. Ou devolver as perguntas. Mas para isso os adultos precisam dar ouvidos, com tempo e paciência, e oferecer de volta respostas que não concluam as perguntas, encerrando o assunto.

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