Posts Tagged ‘LDB’

Rainer Marinho da Costa 
Consultor Educacional Ower RR consultoria  Educacional Legal vinculado a Faculdade Modelo Curitiba e a  Faculdade São Braz Curitiba
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No dia 17 de dezembro de 2018, juntamente com as Diretrizes Nacionais para Extensão e as Novas Diretrizes do Curso de Direito (que causaram uma excelente impressão pela sua qualidade), surgiram as “novas” – se é que podemos utilizar esse termo – Diretrizes da Graduação de Educação Física, que espantam pela reedição de uma discussão inoportuna a respeito do uso do termo “graduação” como sendo exclusivamente atribuído para bacharelados e licenciaturas.

Nesse contexto, é excluído o que a própria LDB define como graduação, retirando os tecnólogos dessa condição e reeditando uma velha discussão sobre a vinculação de bacharelados às licenciaturas como um único curso, não incorporando o espírito da Resolução nº 2, de 2015, que explicita a especificidade da formação de professores como diferente em relação a de bacharéis.

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Ronaldo Mota
Membro do Colegiado da Presidência da ABMES
Chanceler do Grupo Estácio
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No ano passado, fui designado pelo Ministério da Educação (MEC), via a Secretaria de Educação Superior (SESu), para um Grupo de Trabalho (GT) cuja responsabilidade era atualizar os Referenciais de Qualidade para a Educação Superior a Distância (Portaria SESu Nº 78, de 19/09/2018). Ao final de 120 dias, o GT apresentou seus resultados, os quais foram, neste ano de 2019, entregues aos novos gestores do MEC.

A Educação a Distância (EaD) é, usualmente, caracterizada como sendo a modalidade na qual os procedimentos educacionais são mediados por tecnologias, em contextos nos quais os educandos e os educadores estão separados, espacial ou temporalmente. Caminhamos em direção a uma sociedade em que a informação estará totalmente acessível, de forma instantânea e basicamente gratuita; portanto, qualquer definição, rapidamente, fica desatualizada ou, no mínimo, incompleta, demandando permanentes revisões e atualizações. Leia mais »

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jacir-venturi2017Jacir J. Venturi
Coordenador da Universidade Positivo
Foi professor da UFPR, PUCPR e vice-presidente da ACP
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Caso o nosso Ensino Médio fosse um aluno em uma escola, não teria passado de ano – e não apenas uma vez, mas em vários anos consecutivos. Quando da divulgação da média 3,8 (numa escala até 10) no último IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), o Ministro da Educação, Rossieli Soares, num lamento pungente, assim se expressou: “É mais uma notícia trágica para o Ensino Médio do Brasil”. Afinal, já faz 20 anos que essa nota permanece nesse patamar crítico, ignominioso.

O IDEB, o mais relevante indicador da qualidade da nossa educação, é gerado a cada 2 anos pelo Inep/MEC a partir de avaliações em todas as escolas públicas, sendo facultado às privadas a participação voluntária. E outros resultados também corroboram com o que o MEC realça como trágico: de cada 10 alunos que concluem o Ensino Médio, 7 o fazem sem os níveis adequados em Português e Matemática; no último PISA – exame internacional que coteja os resultados de 70 países aplicado a adolescentes de 15 anos –, funestos foram os resultados: o Brasil obteve a 53ª posição em Linguagem, 63ª em Ciências e 66ª em Matemática; e nas provas do Enem, aplicadas aos que concluíram o Ensino Médio, se constata uma gradual queda nas notas em Matemática e Português.

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