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Posts Tagged ‘PNE’

Ronaldo Mota
Diretor Científico da Digital Pages e membro da Academia Brasileira de Educação
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A pol√≠tica regulat√≥ria estatal vigente no ensino superior brasileiro √© fruto de d√©cadas de experi√™ncias, tendo sido impregnada pelos acertos e equ√≠vocos de uma √°rea reconhecidamente complexa e din√Ęmica. De forma simplificada, cabe ao¬† Conselho Nacional de Educa√ß√£o/CNE¬† o credenciamento e recredenciamento das institui√ß√Ķes educacionais, o Minist√©rio da Educa√ß√£o/MEC √© respons√°vel pelos processos de autoriza√ß√£o e reconhecimento de cursos, enquanto o INEP realiza avalia√ß√Ķes baseadas no Exame Nacional de Desempenho do Estudante/ENADE e em visitas in loco, por interm√©dio de comiss√Ķes¬†ad hoc. Al√©m disso, cada institui√ß√£o de educa√ß√£o superior conta com uma Comiss√£o Pr√≥pria de Avalia√ß√£o/CPA, respons√°vel pela autoavalia√ß√£o interna.

O modelo em vigor tem sido criticado pela excessiva carga burocr√°tica, por priorizar processos em detrimento de resultados objetivos e, especialmente, pelas dificuldades de mensurar, de forma adequada, aspectos essenciais da aprendizagem. Al√©m disso, n√£o √© clara a conson√Ęncia do sistema regulat√≥rio com o Plano Nacional de Educa√ß√£o/PNE, cuja pretensiosa meta prev√™ elevar at√© 2024 a taxa de matr√≠culas de estudantes no ensino superior com idade entre 18 e 24 anos de 18% para 33%.

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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universit√°rio UniCarioca
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Entre as atribui√ß√Ķes de um dirigente, a representatividade talvez seja a mais desafiadora. N√£o que fazer a gest√£o di√°ria de uma entidade seja miss√£o simples, longe disso, mas falar em nome de todo um setor tamb√©m n√£o o √©.

Mesmo tendo uma j√° longa trajet√≥ria no contexto das entidades representativas, a responsabilidade cresceu de forma exponencial desde o √ļltimo dia 7 de maio, quando assumi os cargos de diretor presidente da Associa√ß√£o Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) e de secret√°rio-executivo do F√≥rum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular.

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Hannyni Mesquita
Pedagoga, especialista em Gest√£o das Organiza√ß√Ķes Educacionais e Educa√ß√£o Bil√≠ngue
Coordenadora da Educação Infantil do Centro de Inovação Pedagógica Positivo, do Colégio Positivo
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Ao ouvirem especialistas afirmarem com propriedade que a Educa√ß√£o Infantil √© a mais importante etapa do desenvolvimento de um indiv√≠duo – mais at√© do que a universidade – muitas pessoas se mostram surpresas ou incr√©dulas. Quem trabalha com crian√ßas nessa faixa et√°ria – at√© os 6 anos – sabe que a afirma√ß√£o n√£o √© exagerada. Essa √© a fase de maior desenvolvimento humano. Durante a chamada primeir√≠ssima inf√Ęncia, de 0 a 3 anos, se aprende mais do que se aprender√° ao longo de toda a vida. Para al√©m do discurso de educadores, s√£o os cientistas que afirmam: nos primeiros anos, o c√©rebro faz mais conex√Ķes do que em qualquer outro per√≠odo da vida. S√£o de 700 a 1.000 conex√Ķes por segundo. Aos 3 anos, ele √© duas vezes mais ativo que o c√©rebro de um adulto. Pesquisas americanas realizadas com milhares de crian√ßas mostram que alunos que tiveram uma boa Educa√ß√£o Infantil precisam de menos refor√ßo escolar e apresentam melhor desempenho no Ensino Fundamental. Em outro estudo, cientistas de Harvard j√° apontaram que quanto mais a crian√ßa se desenvolve na escola nessa fase da vida, maiores s√£o as chances de chegar ao Ensino Superior e ganhar bons sal√°rios, quando adulta.

As afirma√ß√Ķes s√£o importantes para refor√ßar que o ambiente no qual a crian√ßa cresce √© fundamental para garantir seu pleno desenvolvimento – e n√£o estamos falando apenas do cen√°rio dom√©stico: o ambiente escolar tamb√©m √© determinante. As escolas que ofertam a Educa√ß√£o Infantil t√™m uma enorme responsabilidade com a humanidade, por isso saber o que fazer, por que fazer e como fazer √© para profissionais – e exige muita forma√ß√£o continuada e acompanhamento direto de pessoas capacitadas para transformar a pr√°tica em objeto de reflex√£o para a melhoria cont√≠nua. √Č necess√°rio que os profissionais entendam que o brincar √© a linguagem da crian√ßa e que consigam transform√°-lo em instrumento mediador no processo did√°tico-pedag√≥gico. Tal recurso √© ferramenta indispens√°vel no desenvolvimento qualitativo dos aspectos cognitivo, motor, afetivo, psicol√≥gico e social, e, portanto, necessita de valoriza√ß√£o dentro das propostas educacionais.

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