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Posts Tagged ‘redes sociais’

Antonio GreffAntonio Greff de Freitas
Professor de História do Colégio Positivo
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O busto de Edward Snowden foi colocado em um parque na cidade de Nova York. Evidentemente, a efígie tinha o objetivo de comparar o ex-analista da NSA, que revelou como a agência de segurança nacional americana usa internet para a coleta de dados privados de cidadãos ao redor do mundo, a um herói.

Tal qual os bustos da Roma antiga, seus defensores buscaram fazer uma homenagem, que durou pouco, pois horas depois a polícia americana já havia retirado a representação inerte de Snowden. Mas o que define um herói ou alguém que deve ser homenageado? A internet é realmente democrática ou na verdade também sofre influências de grandes corporações, como o Google, Facebook, Microsoft ou o próprio governo americano?

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Andre TellesAndré Telles
Publicitário, professor, escritor e especialista nos temas Inovação, Marketing e Empreendedorismo de Impacto
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Antes:

A qualidade da comunicação está intimamente ligada ao entendimento das referências corretas, mas referências de quem? O entendimento das referências do receptor da mensagem para que se entregue mensagens com pertencimento e sem ruídos.

Então, todos os envolvidos num processo de comunicação devem possuir referências multiculturais e amplas. Isso faz toda a diferença! Boas referências são a matéria-prima para insights. Pesquisas, análises do comportamento do consumidor, métricas bem formuladas e processos de análise de tendências (cool hunting) são alguns dos métodos para se entender as referências do receptor das mensagens de comunicação.

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Renan Hannouche TorresRenan Hannouche Torres
CEO e Co-Fundador na Livedu
Engenheiro da Computação pela UFPE
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“Criatividade é a inteligência se divertindo.” Albert Einstein

Já sabemos que as redes sociais sabem tudo sobre nós, sabemos que os mecanismos de busca também sabem, bem como as lojas virtuais, inclusive especificadamente sobre as lojas virtuais, temos um caso ocorrido em 2012 nos Estados Unidos, onde a gigante varejista Target foi vítima de reclamações do pai de uma menina ainda menor de idade e no colegial indicando que a rede varejista estava incentivando a sua filha a ter filhos, pois a mesma estava recebendo cupons promocionais com produtos para bebês, reclamação plausível se o pai da menina não tivesse descoberto, ironicamente após a própria Target, que a sua filha já estava grávida. Isso só foi possível pois as lojas virtuais utilizam de forma inteligente os dados gerados por seus usuários para potencializar o consumo. Mas o que as escolas fazem com os inúmeros dados gerados diariamente? O que elas sabem de maneira específica sobre seus docentes e discentes além de notas?

É fato que a maneira que nossos bisavós estudaram é quase a mesma que nós estudamos, mas não pode ser a mesma que os nossos filhos irão estudar. Quando nos deparamos com salas de aulas lotadas de alunos com um professor seguindo de maneira quase que em sua totalidade linear com o assunto, estamos presumindo que todos os presentes aprendem da mesma maneira, no mesmo ritmo todos aqueles conteúdos. Mas será que nos dias de hoje isso realmente faz sentido? Eu acredito que não e cada vez mais imerso no mundo educacional e com a minha intensa obsessão por Smart Data acredito que a Educação precisa mais do que apenas uma evolução, ela precisa de uma revolução! E nesta revolução a tecnologia entra junto aos educadores para entenderem melhor o caminho pelo qual cada um aprende de forma mais eficaz, duradoura e principalmente voltada para os objetivos pessoais que cada aluno almeja ao estudar. Objetivos esses que pairam sobre o aprendizado, melhoria do conhecimento, mas na realidade, estão muito ligados a um bom futuro, a realização no trabalho, a construção de um patrimônio, de uma família.

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