Posts Tagged ‘soft skills’

Júlio César de Castro Ferreira
Psicoterapeuta, coach, psicopedagogo e educador
Fundador e diretor da Woke Mind
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Soft skills e competências socioemocionais são dois termos com o mesmo sentido, ambos atualmente muito presentes no meio empresarial e educacional devido à popularização da compreensão sobre sua relevância, sobretudo para o modelo social que caminhamos a partir da 4ª revolução industrial.

No meio empresarial, independentemente do segmento, cada vez mais são valorizados os profissionais com soft skills bem consolidadas, que se mostram tão relevantes, ou mais, do que as hard skills (habilidades técnicas), no contexto dos negócios. Ou seja, de nada adianta o profissional ter uma ótima qualidade técnica, se não sabe trabalhar em equipe, se relacionar com qualidade, manter sua automotivação ou utilizar a criatividade.

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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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Semana passada estive na Bett Show 2020, em Londres. Trata-se da maior exposição do planeta nos assuntos de educação e tecnologia. Realizada entre os dias 22 e 25 de janeiro, a feira internacional contou com a presença de mais de 40.000 participantes do mundo todo. Uma experiência única!

Pude notar a expansão do uso de inteligência artificial na educação, além das análises estatísticas de dados de aprendizagem (“learning analytics”) e do grande crescimento das aplicações ligadas às chamadas “soft skills” ou habilidades socioemocionais. Representando a ABMES, estive em contato com a nossa parceira Microsoft, com quem estamos estabelecendo um laboratório de inovação e criatividade em Brasília, e pude conhecer muitas das soluções que estarão sendo apresentadas aos nossos associados em breve.

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jacir-venturi2017Jacir J. Venturi
Membro do Conselho Estadual de Educação do PR e coordenador da Universidade Positivo
Foi diretor de escolas e professor da UFPR e da PUCPR
Publicado na Gazeta do Povo, em 3 de novembro de 2019
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Um escritor espanhol do século 18 dizia que, se rei fosse, determinaria às escolas não mais disciplinas de oratória, e sim de “escutatória”. Parafraseando, em analogia, eu diria que, se rei fosse, universalizaria, em escolas públicas e privadas, ações metodológicas capazes de desenvolver a fluência digital e uma elevada cultura tecnológica.

Se algumas de nossas escolas já estão navegando na Educação 4.0 – alinhada às demandas da Indústria 4.0, como inteligência artificial, robótica, programação, espaços maker, gameficação do ensino –, no outro extremo temos escolas cuja única “revolução” se limita a passar do quadro de giz para a lousa branca – que em tom jocoso se diz Educação 2.0.

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