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Posts Tagged ‘UniCarioca’

Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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Ao receber um telefonema de meu pai, Arnaldo, durante a fase final do meu doutoramento em computação no Imperial College, de Londres, uma decisão foi tomada. Soube por ele da existência de uma carta-consulta para uma nova instituição de ensino superior no Rio de Janeiro, e imediatamente foi reavivada minha paixão por educar e empreender.

Retornei mais cedo do doutorado, que só fui completar 20 anos depois, na UFRJ, e dei início a uma jornada que nesta semana completa 30 anos.

Da então Faculdade Carioca de Informática, pioneira na área nos idos de 1990, até o hoje bem-sucedido Centro Universitário UniCarioca, com mais de 12 mil alunos, uma história de garra e talento foi traçada. Contando com a colaboração de diversos professores talentosos e com a confiança dos 70 alunos que iniciaram comigo essa trajetória compondo as duas primeiras turmas do curso superior de tecnologia em processamento de dados, construímos um sonho transformado em três décadas de realidade.

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Arnaldo Niskier
Jornalista e professor
Folha de S.Paulo, publicado em 23 de setembro de 2019
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Gostamos de competir sempre com a Argentina. Há um setor em que sofremos há muito tempo: o da ciência. O país vizinho tem a honra de contar com o Prêmio Nobel de Bernardo Houssay (Medicina, em 1947), o que jamais ocorreu ao Brasil.

Como se diz no esporte, batemos na trave algumas vezes, com Josué de Castro, o grande autor de “Geografia da Fome”, Jorge Amado e dom Hélder Câmara. Não contaram com a simpatia do governo brasileiro. Leia mais »

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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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Estou emocionado. Não tenho vergonha de dizer o que sinto nesse momento tão importante da minha vida profissional, quando tomo posse na Cadeira 20 da Academia Brasileira de Educação (ABE), pois sou um educador, e não há educação sem emoção.

Ao longo da minha jornada, observei que alguns teóricos preferem entender a educação do ponto de vista meramente cognitivo, cerebral. Para eles, educar seria dotar a mente humana de conhecimentos que propiciam uma vida melhor e mais ilustrada. É o que eu chamaria de “modelo do balde”: enchemos de pedrinhas o cérebro do aluno, até que lá não caiba mais nada. Paulo Freire, de forma crítica, chamaria esse modelo de “educação bancária”: meros depósitos mentais, sem nenhum valor, a não ser sua utilidade prática. Mas se limitaria a isso a tarefa de educar? Em tempos de Inteligência Artificial, será que os algoritmos não farão esse papel?

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